Dicas contra as fake-news

As eleições passaram, mas o cuidado com as notícias falsas deve ser constante

Durante sua participação no Foro Next dedicado às notícias falsas, cujo tema foi “A batalha contra as fake news”, a jornalista Cristina Tardáguila falou sobre como se precaver ante as mentiras espalhadas via redes sociais – sejam texto ou imagem. Cristina é fundadora da Agência Lupa, pioneira a se especializar na checagem de fatos no Brasil. Lorena Baeza, da Newtral, e Clara Jiménez, fundadora da Maldito Bulo, reforçaram a importância do cidadão se conscientizar e ajudar a combater a difusão de inverdades.

O salão de atos da Next International Business School também recebeu o diretor do Periódico de Cataluña, Enric Hernández, que ressaltou a importância de se informar através de meios de comunicação conhecidos e de credibilidade. Manuel Campo Vidal, presidente da Next, destacou que é uma oportunidade para os periódicos ressaltarem seu papel como produtores de boa informação.     

Preparamos então algumas dicas para se proteger das mentiras espalhadas diariamente:

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Cristina Tardáguila, fundadora da Agência Lupa
  • Fotografias são facilmente manipuláveis. E, ainda que não tenham passado pelo Photoshop, podem simplesmente estar descritas com uma informação falsa, retirando do contexto real, ou serem super antigas e republicadas como atuais.
  • Áudios também podem transmitir mentiras. Não é porque alguém diz ser diretor de cardiologia do Hospital das Clínicas que realmente o é
  • Verifique se o fato saiu em algum jornal tradicional. Com certeza uma deslocamento de tropas não aconteceria sem chamar atenção.
  • Notícias urgentes ou exclusivas não costumam vir do tio ou da avó.
  • Não se baseie apenas pelos títulos
  • Qual é a fonte? Desconfie de notícias bombásticas que vem do “supermanchetesdahora.net” ou algo do tipo.
  • Verifique em sites especializados, como a Lupa, Newtral e Maldito Bulo
  • Informações verídicas tem um link de origem – de alguma fonte conhecida, claro. Uma mensagem apenas com texto encaminhada por Whatsapp tem grande chance de ser falsa.
  • Normalmente esse tipo de mensagem tem erros; começa com “urgente”, “avise todos seus familiares”, “a mídia quer esconder”; fundamentalmente visa difamar alguém ou algo; não cita fonte ou apresenta apenas uma descrição vaga.    

[Assista aqui o Foro Next “A batalha contra as fake-news”

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